O funil funcionou: o custo por conversa está saudável e a taxa de clique ficou acima da média. O problema não é o resultado. É o preço que nós fomos pagando para conseguir esse resultado.
Não é preço de tabela da Meta. É leilão. E esse leilão acontece toda vez que alguém abre o aplicativo.
E quem disputa esse leilão com você?
Não é só locadora. É banco, é loja, é político, é delivery.
Você não disputa apenas com concorrente direto ou indireto.
Você disputa com todo mundo que quer a atenção da mesma pessoa que você quer.
Isso não é hipótese. É a sua conta. A Locávoda já chegou a R$ 3,41 de distância dos R$ 100 por mil pessoas.
Mantendo o CPM baixo, nós teríamos aparecido para quase 6 mil pessoas a mais, sem tocar no orçamento diário.
Como se faz isso: não é gastar mais, é pagar menos por pessoa. Hoje cada pessoa vê o anúncio 2,8 vezes. Com o público ampliado, cai para 1,5 vez, e a mesma verba passa a alcançar 15 mil pessoas.
Cada andar responde uma pergunta diferente. Tomar a decisão no andar errado é o erro mais caro que existe no tráfego pago.
Toda a verba entra pela porta mais cara da casa. Não existe nada construído antes da conversa.
Duas frentes: uma traz o contato, a outra constrói o público.
Hoje a Locávoda compra apenas público frio, todos os dias, desde o primeiro dia. Sem topo e meio de funil, a Meta não acumula inteligência nenhuma sobre quem é o seu cliente, e o preço só sobe.
A Meta pega a lista de quem já se cadastrou na Locávoda e procura pessoas parecidas com essas. Chama-se público semelhante.
São pessoas novas. A diferença é que são pessoas novas parecidas com quem já te procurou. Pessoa nova aleatória é cara. Pessoa nova parecida com o seu cliente é barata.
Só que o público semelhante sozinho não sustenta a conta. Ele é um degrau, não é a escada inteira. Se a gente subir só ele, o custo continua alto, porque a Meta ainda não tem topo e meio de funil para trabalhar. A lista entra junto com as duas frentes, nunca no lugar delas.
Quantas campanhas.
Quantos conjuntos.
Quais públicos em cada um.
Quantos anúncios.
Onde entra o dinheiro.
O que é testado.
O que é medido.
O que é trocado, e quando.
A estrutura vem primeiro porque não dá para decidir o que fazer dentro de uma casa que ainda não foi construída.
| Frente | Por dia | Por mês | Faz o quê |
|---|---|---|---|
| Campanha de conversa | R$ 40 | R$ 1.200 | traz o contato |
| Campanha de base | R$ 10 | R$ 300 | constrói o público |
| Total | R$ 50 | R$ 1.500 | por 4 meses |
A R$ 50 por dia, a campanha fica acima do volume mínimo que a Meta exige para aprender, e ainda sobra tempo para trocar o anúncio antes que as pessoas enjoem dele. Não é o quanto dá para gastar. É o quanto a conta consegue usar bem hoje.
A Meta precisa de cerca de 50 conversas por semana para aprender quem é o seu cliente. Toda vez que a campanha para e volta, esse aprendizado recomeça do zero, e os primeiros dias são sempre os mais caros.
Chama-se Reels de teste. Ela mostra o seu vídeo somente para quem não segue a Locávoda. Some o filtro dos seguidores e o vídeo vai direto para fora.
Não se trata de colecionar seguidor. Trata-se de destravar uma ferramenta. Chegando a mil, a Locávoda ganha uma forma de aparecer para pessoas de fora sem pagar por isso. É essa a função dos R$ 10 por dia da campanha de base.
Venda precisa de estrutura antes de precisar de verba. Com a estrutura montada, cada real investido passa a comprar mais pessoas, não as mesmas pessoas de novo.